Casamento perfeito ou como vim parar aqui?
A mulher ideal nos anos 50pensava que: “o marido perfeito está ao nosso alcance, se cuidarmos do seu bom humor e não considerarmos nunca como uma obrigação - ou como uma coisa natural - sua eventual colaboração nos trabalhos domésticos. O trabalho caseiro é nosso, o marido tem o seu.” (JM 02.04.59) e “A desordem em um banheiro desperta em um marido a vontade de ir tomar banho na rua”. (JM 25.10.45).
Com o passar do tempo,a mulher foi estudar, entrou em Universidades e teve que trabalhar. Isso foi fazendo com o que seu papel mudasse. Ela se vira em duas, três, às vezes quatro para dar conta do trabalho que tem fora e dentro de casa. As tarefas passaram a ser divididas com seus maridos.
Certo? Errado!
O homem, especialmente o latino, ainda tem essa visão da mulher dos anos 50, a perfeita dona de casa mas, ao mesmo tempo, cobra dela atitude. Eles fazem que adoram a mulher independente, que trabalha, a executiva bem sucedida, mas no fundo morre de medo.
No fundo mesmo ele espera chegar em casa e encontrar tudo em ordem e bem limpinho. Mas eu me pergunto, só os homens? Quem não gosta de chegar em casa depois do trabalho e encontrar um ambiente aconchegante, cheiroso e bacana?
E se eu não tenho tempo para fazer isso, que mal tem pagar alguém para que faça?
Não sou feminista, não acho que muito sentido essa guerra dos sexos, mas hoje fiquei perplexa com o novo quadro no programa Todo Dia, da Record.
Hoje eles ensinaram uma moça bem intensionada como se tornar a esposa ideal. Concordo que ela tinha um visual um tanto quando estranho, precisava de ajuda. Até aí, tudo bem. Levaram a moça ao esteticista, ao cabelereiro e deram um banho de loja nela a La Esquadrão da Moda do canal People & Arts.
Aí minhas preocupações começaram. Enquanto iam mostrando a transformação da mulher, exibiam depoimento em primeiríssimo primeiro plano do marido.
Uma consultora do casamento perfeito perguntava a ela como andava a organização da casa, e ele respondia, em corte: “É.. no começo a casa era perfeita, a organização era perfeita, mas com o tempo ela (a moça) foi ficando desleixada. Voltava a câmera ao estúdio onde a moça estava e ela concordava, com ar de mea culpa.
Se arrumar, estar sempre linda e cheirosa, toda mulher deve fazer, estando casada ou não. O mesmo vale para os homens!
Eu acho que o homem também tem que se cuidar, ir ao dermatologista, ao cabelereiro, à manicure! Ele tem que se preocupar com o que veste e tem que querer agradar. Não há amor que sobreviva à cena de domingo à tarde de seu marido, sentado no sofá, assistindo um jogo de futebol, sem pentear o cabelo e vestindo camiseta de propaganda política! Se eu tenho que pentear meu cabelo todos os dias, por favor penteie o seu também!
O caso é que hoje, meus queridos, voltamos aos anos 50 por uns instantes. E lá estava ela, a mulher perfeita, mãe perfeita, cheia de eletro-domésticos, com o cabelo cheio de laquê, sorrindo com o prato do jantar pronto para quando o marido chegar.
Fiquei horrorizada. Não vejo problema algum ser supreendida com um jantarzinho romântico em casa, preparado por meu marido, no dia em que eu tive que trabalhar até muito mais tarde que ele! Do mesmo jeito que eu não vejo problema em fazê-lo quando o marido merecer. Notem: quando merecerem!
A revista “Jornal das Moças”, da década de 50 publicou uma vez: “O casamento tem uma beleza incomparável e merece, da mulher, alguns sacrifícios”. (Cl 03.63)
Vamos combinar que fácil não é, mas não é a mulher a única culpada se ele não der certo!
O bom ambiente depende dos dois. Se o clima não está bom, nada vai estar. Aí começam problemas sexuais. E eu te digo: o bom sexo da noite, começa no bom dia bem dado de manhã!
Se não é coisa para os dois prestarem atenção, então não sei mais nada.
E eu estou esperando o programa de TV que ainda vai dar dicas para ambos, o marido e a mulher!
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E no dia em que ele precisava de alguém mais do que nunca, lá estava ela. Pronta e linda, com seu sorriso rasgado e simples de quem nasceu com o dom de iluminar qualquer caminho pelo qual ela passasse.
Sentou-se ao seu lado e colocou sua mão sobre a dele. Sorriu discretamente um sorriso quente e com olhos profundos foi buscar dentro de sua alma o motivo real de seu desconforto.
E sem querer, quando deu-se por si, lá estava ele falando de dentro de sua alma. Falava com tanta intensidade que ela só precisava ficar ao seu lado e ouvi-lo. E foi falando, contando tudo, com detalhes. Por vezes quase chegou a chorar. Pedia a ela que o desculpasse e ela sorria de volta o mesmo sorriso quente que dizia sem palavras que ele não precisava se preocupar com mais nada.
Uma vez ela correu sua mão pelo rosto dele, tirando uma lacrima teimosa que insistia em descer pelo lado direito do rosto, até chegar aos seus lábios. Quando sua mão os tocou, deslizou pelo rosto, chegando até a nuca e trazendo sua cabeça para perto de seu ombro.
Ele desmoronou. Chorou lágrimas de alívio. Já não eram mais lágrimas de alguém triste, mas de alguém que chegou em casa depois de uma longa caminhada, perdido pelo caminho, sem encontrar ajuda.
Ficaram ali calados dizendo mais com o silêncio do que poderiam possivelmente dizer com palavras. Disseram em 2 minutos de silêncio mais poderiam ter dito em cem anos.
Fim.
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ooooooook!
Então.. continuando nessa onda cibernética de pessoas online, antenas e cheias de contas e perfis em redes sociais espalhadas pela web... a novidade é:
David Fincher será o diretor do filme sobre o Facebook
Livro que conta os bastidores da criação da rede social sai nos EUA em julho
24/06/2009Marcelo Hessel
Facebook, o Orkut do Primeiro Mundo, vai virar filme, com roteiro de Aaron Sorkin (The West Wing). Agora sai o nome do possível diretor, e não deixa de ser uma surpresa: David Fincher.
O cineasta está em negociações avançadas com a Columbia Pictures para assumir The Social Network. A adaptação do livro The Accidental Billionaires: The Founding of Facebook, a Tale of Sex, Money, Genius and Betrayal mostrará, como o subtítulo já adianta, como a rede social foi criada em meio a sexo, dinheiro, traição e genialidade.
O autor do livro, Ben Mezrich, escreveu também o best-seller que deu origem a Quebrando a Banca. Produtor e ator do filme sobre os geeks que se dão bem em Las Vegas, Kevin Spacey também está produzindo The Social Network.
O livro sobre a criação do Facebook chega às livrarias dos EUA no dia 14 de julho. O filme ainda não tem data para ser produzido.
Como assim?!
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Ainda em 2009
Eu estava pensando na época da minha vida quando eu ainda tinha tempo.
Engraçado. Me mudei, agora vivo há dois quarteirões do trabalho, levo cinco minutos para chegar lá ando com muito menos tempo que antes.
Eu tinha tempo para falar de coisas nada importantes. Hoje, nem para as coisas importantes eu encontro algum tempo.
Os links aí ao lado também diminuiram, se vocês prestarem atenção. Ninguém mais atualiza blog.
A onda agora, ou já faz um tempinho, é o Twitter.
Se você não sabe do que se trata, tem que assistir um vídeo explicativo no blog da MariMoon. Agora, se você não sabe quem é Marimoon, se mata porque, deifinitivamente, você já está mesmo muito velho para isso tudo e nenhuma tentiva de manter-se online o ajudará.
Eu fiquei pensando.. Twitter é pra gente que é naturalmente perseguido. Famosos, estrelas de maior ou menor grandeza, essa gente que gosta de confete. Então, seus seguidores podem ficar sabendo tudo sobre eles e melhor: direto por eles.
Luciano Huck conta sobre a casa dele e da Angélica, que não é deles, em Araras que foi assaltada, pelo Twitter.
Eu sigo a Kat von D e fiquei sabendo agorinha mesmo que ela está escrevendo um livro. afff.
Dizem que é muito útil o tal de Twitter, até Obama tem um. O protesto dos anti-comunistas contra a vitória do Partido Comunista nas eleições da Moldávia foi convocado pelo Facebook e pelo Twitter!
WEB 2.0 já virou item no dicionário Inglês e a gente tem é mais que se interar. É tudo uma questão de ter tempo e disposição para aguentar o bombardeio de informações que receboms todos os dias, vindo de todos os lugares.
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2009 depois de outro hiato
Mais uma vez eu tento voltar a este blog.
2009 é ano de mudar de vida, arrumar o blog e arrumar tempo para viver!
Me aguarde, mais uma vez eu volto!
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Shaná Tová Umetuká!
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Inutilidade pública
Hoje é 12 de Setembro
Hoje é 12 de Setembro de 2008. Até aí, nenhuma novidadade!
Mas hoje é 12 de Setembro de um ano bissexto!
A-HA!
Então hoje é dia do PROGRAMADOR!
O Dia do Programador é comemorado no 256º dia do ano e é celebrado por programadores de computador em boa parte do mundo.
Tudo isso porque 256 é igual a elevado à 8ª potência, e 8 são os números de bits de um byte.
Poxa! Está ficando cada vez melhor!
E como é comemorado o 12 de Setembro de anos bissextos?
A tradição inclui comportar-se de forma boba, editar a Wikipedia, codificar programas bobos, jogar jogos de computador, brincar com velhos computadores etc.
Como a maioria dos programadores já se comporta assim o ano todo, esta data é redundante, ou não é!?
Mas continuando...
12 de Setembro é o 255º dia do ano no calendário gregoriano (256º em anos bissextos). Então, faltam 110 para acabar o ano! u-hu!
Ah, hoje também é o Dia do Trator!
Poxa, que maravilha! Temos o dia do trator!
Também é o dia Dia Nacional da Recreação, o Dia da Seresta, Dia do Técnico Têxtil e Dia do Físico.
Temos ainda a lista de ilustres nascidos aos 12 dias do mês de Setembro!
Álvares de Azevedo
Irène Joliot-Curie
Juscelino Kubitschek
Stanisław Lem
Geraldo Vandré
Joana Fomm
Barry White
Leci Brandão
Tânia Alves
Mylène Farmer
Malu Mader
Que maravilha!
Eu acho o dia 12 de Setembro suuuuper legal!
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São Paulo ainda tem jeito?
''Constituição brasileira: Artigo único: todo brasileiro fica obrigado a ter vergonha.
Parágrafo único: revogam-se as disposições em contrário''
Capistrano de Abreu
Metrô.
O Metrô possui 61,3 km de extensão em quatro linhas e 55 estações, que foram criados a partir de estudos de viabilidade alemães. Para que? Para você ficar esmagado por pessoas carrancudas e sem educação que te empurram sem fazer cerimônia nenhuma em busca do assento que está “quase” livre, nem que ele seja cinza e elas não sejam nem idosas, nem gestantes, nem nada!
Avenida Paulista.
A Avenida Paulista é um erro. Ela foi criada no século XIX para exandir novas áreas residenciais às áreas valorizadas e totalmente ocupadas na época, como a Praça da República, o bairro de Higienópolis e os Campos Elísios. Foi, também a primeira rua de São Paulo a ser asfaltada, com material vindo da Alemanha. Para que? Para hoje se parecer muito mais com um estacionamento gigante onde os ônibus estacionam em fila. Nada anda, nada se move.
Taxi.
Tomar um taxi em São Paulo é muito complicado. Você precisa entender como a cabeça de um taxista funciona. Ele te enrola. Sempre. Já pararam para abastecer, comigo dentro do carro, duasvezes na mesma corrida. Por coincidência, no mesmo dia em que o metrô estava em greve. E, pasmem, ele abasteceu R$ 10,00! Depois fingiu estar perdido e, num ato de caridade, me deu R$ 3,00 de “desconto” na corrida que deu R$ 63,00. Praticamente um anjo! Bem, isso para não não falar do papinho que a gente tem que conduzir durante a corrida.
Para sobreviver, a palavra de lei tem que ser RESILIÊNCIA.
"O resiliente é aquele ser humano que consegue se recuperar frente às adversidades que enfrenta na existência, seja na vida profissional, seja na vida pessoal. É válido destacar que a pessoa resiliente não é aquela que é onipotente ou invulnerável, ou seja, que nada a atinge. É aquela que se sente atingida e que se recupera das situações difíceis." Lindo! Essas coisas que o mundo corporativo inventa, mas que dão certo.
Bem, e é assim que eu sou. Peguei o taxi na Avenida Paulista, depois de ter saído desesperada do metrô muitas estaçôes antes da estação planejada. Cheguei dois minutos atrasada mas, enquanto descia as escadas, respirei fundo e comecei meu dia. E comecei bem. Como se eu tivesse acabado de sair de uma sessão de massagem.
Tá bem, sem exageros... como se... como se.. não sei... com aquela cara, sabe aquela cara que a gente faz quando está falando com alguém que você simplesmente não consegue lembrar nome? Uma cara de quem está prestando atenção, ao mesmo tempo esboçando um sorriso, mas sem foçar muito. Ah, mais ou menos isso.
Foi assim. E é assim que eu vou vivendo aqui na Terra da Garoa.
Ai, ai.
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Às margens do teclado, sentei e chorei, depois levantei, dancei e corri! rá!
Nesses dias, desde o último post até agora, aprendi muito. Aprendi, relembrei, vi coisas, chorei, levantei a cabeça e segui. Mas a falta de tempo não me deixa fazer muito mais do que escrever apenas algumas linhas e continuar correndo. Então, este será um post telegráfico, mas será ainda um post.
O contrário de amor não é, nunca foi, nem nunca será o ódio; é a indifereça. No dia em que você não existir mais para alguém, aí sim é o fim. Enquanto houver algum sinal de desconforto, mágoa, ou qualquer coisa do tipo, você ainda é amado. Não que isso seja legal.
O ser humano é mal. Não em sua totalidade, nem em sua grande maioria, mas a maldade existe.
Gente que não tem tem compaixão para com seus idosos, necessitados, que nem se abala com tudo o que vê na rua o dia todo, todos os dias, não vai nunca se comover com a causa de ninguém.
Carência me irrita. Sempre me irritou, mas hoje em dia me irrita mais, muito mais.
Não gosto de pensar nos meus amigos como seres que precisam constatemente de atenção. Eles precisam dar atenção também para terem o direito de recebê-la.
A vida é bela quando não está chovendo. Em todos os outros dias, entre num táxi e vá rezando para chegar na hora marcada ao seu destino.
Ontem achei uma amiga querida na internet. Uma amiga que eu havia perdido contato há anos. Felicidade muito grande.
Também acordei com saudade de muito mais gente:
Rafael: como vai o Betty by alone!?
Falinácio: nunca fui ao mercado!!!
Márcio Rafael: VIVA! Quero viajar!!!
Glaucy Spitifire: HAMSA já, no Led´s!
Renata: vem logo!!!! Tá demorando muito!
Cabral: as fotos estão cada vez melhores!!
Bill: irmã não abandona nuuuuunca!
Bom, já tenho que correr. Posts decentes virão!
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Hipocrisia
[do gr. hypokrisía.] Substantivo feminino.
1.afetação duma virtude, dum sentimento louvável que não se tem.
2.impostura, fingimento, simulação, falsidade.
3.falsa devoção.
A homofobia vem desde muito longe e é resistente a quase tudo.
Passamos da fase de namorinho no portao e, hoje, muitas famílias aceitam que seus filhos adolescentes tragam os namorados ou namoradas para dormir em casa... desde que eles sejam do sexo oposto aos dos seus filhos.
O pai machão, deixa o filho levar a namorada pra casa, trabalha durante o dia, e às vezes sai mais cedo do trabalho para procurar algum garoto de programa. E é assim que a prostituiçao masculina sobrevive. A segunda maior clientela dos “garotos de programa” é formada por homens que preferem se manter no anonimato, para preservar a família – pais, irmaos, esposa e filhos. Em geral são homens com um forte apelo homoerótico mas que não conseguem vivem um relacionamento homosexual por causa da família e sociedade e, na maioria das vezes, nem se considera homosexual.
É tanta hipocrisia que a maioria das pessoas realmente começa a acreditar nessa sociedade que não existe!
E essa sociedade insiste em decidir o que é certo e o que não é. E o casamento entre pessoas do mesmo sexo não é.
Pois esta questão vai muito além do ser homesexual ou não e sim do ser um ser-humano com direitos como todos os outros. Não permitir o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo é não permitir que essa pessoa construa uma vida com alguém, adquira bens com essa pessoa e obtenha benefícios que uma pessoa casada possui, como nas declaraçoes de Imposto de Renda, Plano de Saúde e de Vida e o direito de estar ao lado da pessoa que voce ama em caso de uma enfermidade grave onde essa pessoa se encontre num leito de hospital. Se voce não tem vinculo familiar com essa pessoa ou não é casada com ela, não pode ficar ao lado dela no hospital na UTI.
Não me interessa o que a pessoa faz, aliás, o que nenhuma pessoa faz quando está na intimidade com alguém. A única coisa que eu penso é que devemos ser no mínimo justos. E o fato de não aceitarmos esse tipo de casamento é uma grande injustiça com os casais gays que cultivam uma união longa, duradoura e estável com outra pessoa.
Queria deixar registrado que sou a favor. Acho importantíssimo que, mesmo que aos poucos, os países comecem a mudar suas leis e espero que muito em breve isso seja possível aqui também.
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